A minha primeira vez (com a Nikon D5100)

Sair de casa é uma experiência única e que serve, apesar da frase cliché (mas que não deixa de ser verdade), para crescermos muito enquanto pessoas. Mas há qualquer coisa no acto de ‘voltar a casa’ mesmo que por breves momentos ou por curtos períodos, que torna tudo ainda mais especial. A verdade é que sair de casa me ensinou a valorizar muito mais os meus pais, a aproveitar muito melhor o tempo com os meus irmãos, e a querer que o tempo (que a mim me parece sempre pouco) que passo com eles seja tempo de qualidade.

No fim-de-semana passado fomos para a casa que os meus pais têm ali para os lados do Ribatejo. Espaço, ar puro, campo, ouvir os pássaros a chilrear, as rãs e sapos a coaxar e as vacas a mugir. O tempo parece que pára. Sinto sempre que descansei mais num fim-de-semana lá que em vários outros passados em Lisboa. E eu adoro a minha Lisboa. Mas ali esquecemo-nos de tudo e o recarregar de energias é completo.

Desta vez aproveitei o tempo de uma forma que me dá imenso prazer: a fotografar. Tinha de aproveitar para explorar a máquina nova, a Nikon D5100 comprada na quinta-feira anterior, que foi o nosso presente para nós próprios deste ano. Até agora estou a adorá-la! Tem um qualidade de imagem óptima e foi a melhor escolha para mim porque, em termos de tamanho, o encaixe na minha mão é mesmo perfeito. E isso é óptimo até porque, e não posso dizer isto muito alto que o mais-que-tudo pode ficar zangado e querer vingar-se, a máquina é mais para minha utilização que para utilização dele. E embora ainda tenha muito que aprender, dizem que só se melhora a tirar mais e mais fotografias, não é? Então, eu sou bem mandada e tiro fotografias a torto e a direito, melhoro os ângulos, pioro o enquadramento, a luz não ajuda (ou serei só eu?), fico frustrada, volto a tentar. E é sempre assim, uma e outra vez, até tirar uma fotografia de que me orgulhe. Sendo assim, fotografei muito neste fim-de-semana. Natureza. Flores. Porque se há coisa que me dá prazer é tirar fotografias à natureza que nos envolve. As cores são sempre tão maravilhosas que as fotografias acabam por sair, quase sempre, bonitas.

E a chegada do sol e da Primavera vão fazer, certamente, com que eu ande sempre de máquina fotográfica ao ombro, pronta a captar aquele recanto perfeito ou aquele instante imperdível. E quem sabe, com o tempo, não fico mesmo muito mais prendada nestas artes?

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  1. Obrigada Sara 🙂 Ai é? Ora bolas, depois é que toda a gente vai perceber que as fotografias só ficam minimamente decentes por causa da máquina :p ahahaha! Mas acho sinceramente que não te vais arrepender! *